Estudei no colégio Nossa Senhora do Carmo acho que por uns 12 anos, desde o maternal III até a oitava série. E organizando armários e gavetas de meu quarto, encontrei alguns textos que fiz durante este período que lá estudei. Dentre redações e o caderno de poesias da segunda série.
Era realmente uma iniciativa muito legal do colégio de incentivar e estimular a imaginação através da escrita, e é muito saudável reencontrar estes textos após tantos anos.
É interessante também para se conhecer melhor, quando crianças já apresentamos traços muito comuns mesmo na vida adulta.
Ai vão alguns destes textos, preservando os erros de escrita... haha Divirta-se, se por ventura resolver conferir!
O COTIDIANO DE QUEM
TENTA SER FELIZ
4º série Colégio
Nossa Senhora do Carmo 27/11/03
O sol nasce, o galo canta, tudo começa de novo, estou
novamente na rua, com esperança de uma vida melhor.
Começo a tentar vender minhas balas, e sempre ganho um olhar de medo, um fechar de vidro e um simples não, mas apesar disso parecer simples para você! Não é pra mim não. Trata-se de um retrato da minha vida. É muita dor e sofrimento... É a Minha história já é horrível, e assim ainda me roubam as mercadorias, me fazendo perder as esperanças.
Começo a tentar vender minhas balas, e sempre ganho um olhar de medo, um fechar de vidro e um simples não, mas apesar disso parecer simples para você! Não é pra mim não. Trata-se de um retrato da minha vida. É muita dor e sofrimento... É a Minha história já é horrível, e assim ainda me roubam as mercadorias, me fazendo perder as esperanças.
Muitos pensam que eu irei roubá-los o que escurece ainda
mais o meu futuro, deixando a minha vida sem nexo.
Em outro vidro, tento conseguir vender e me agarro neste fio de esperança, mas o que vejo é uma família unida, uma das coisas mais importantes que eu perdi e que fazem a minha vida ficar mais horrível.
Para sobreviver eu necessito de comer minhas próprias mercadorias, e ainda divido com os outros o que também necessito, sendo estranhos ou não. Desejo dar ao outro aquilo que não tenho.
Eu não gosto de roubar, mas quando preciso sou obrigado a partir para o mal caminho.
E minha história se repete...
Em outro vidro, tento conseguir vender e me agarro neste fio de esperança, mas o que vejo é uma família unida, uma das coisas mais importantes que eu perdi e que fazem a minha vida ficar mais horrível.
Para sobreviver eu necessito de comer minhas próprias mercadorias, e ainda divido com os outros o que também necessito, sendo estranhos ou não. Desejo dar ao outro aquilo que não tenho.
Eu não gosto de roubar, mas quando preciso sou obrigado a partir para o mal caminho.
E minha história se repete...
QUEM É QUE EU SOU?
Colégio Nossa senhora
do Carmo – 5º série – 11/02/04
Eu gosto muito de jogar ping-pong, pois no salão de meu
prédio tem uma mesa de ping-pong, assim eu treino muito, já até participei de
campeonato, mas mas não é só esse esport que eu gosto não, eu adoro jogar
futebol, vôlei, nadar, etc...
Gosto muito de brincar com o João que é meu melhor amigo, mas também tenho muitos mais amigos como o Victor, Gustavo, Gabriel, Rafael e muito mais.
Tenho dois irmãos, um menino e uma menina.
Meu irmão se chama Eduardo, e tem 16 anos, minha irmã se chama Mariana e tem 19 anos, meu pai se chama Ari e a minha mãe Miriam. Meu pai e minha irmã fica ficam a semana inteira no Rio de Janeiro, pois meu pai trabalha lá, e minha irmã faz faculdade de moda.
Eu fico com muita saudade, e quando eles chegam de viagem, eu fico muito alegre e dou muitos abraços e beijos neles.
eu gosto muito de brincar na casa do meu primo, porque lá a rua é calma, e eu brinco de várias coisas, jogamos bola, e quando reúne várias pessoas da rua, brincamos de pique-bandeira, queimada, três cortes, etc...
Também gosto de brincar de patinet, como na casa do meu primo tem muitos morros é bom para a gente descer, a gente sai rápido.
Eu faço inglês e natação e nos dois eu faço com o João.
As minhas características externas são: louro, de olho verde e moreno, meço 1,45 m de altura e é só isso.
Bom, agora eu contei um pouco da história da minha vida, e é só isso.
Gosto muito de brincar com o João que é meu melhor amigo, mas também tenho muitos mais amigos como o Victor, Gustavo, Gabriel, Rafael e muito mais.
Tenho dois irmãos, um menino e uma menina.
Meu irmão se chama Eduardo, e tem 16 anos, minha irmã se chama Mariana e tem 19 anos, meu pai se chama Ari e a minha mãe Miriam. Meu pai e minha irmã fica ficam a semana inteira no Rio de Janeiro, pois meu pai trabalha lá, e minha irmã faz faculdade de moda.
Eu fico com muita saudade, e quando eles chegam de viagem, eu fico muito alegre e dou muitos abraços e beijos neles.
eu gosto muito de brincar na casa do meu primo, porque lá a rua é calma, e eu brinco de várias coisas, jogamos bola, e quando reúne várias pessoas da rua, brincamos de pique-bandeira, queimada, três cortes, etc...
Também gosto de brincar de patinet, como na casa do meu primo tem muitos morros é bom para a gente descer, a gente sai rápido.
Eu faço inglês e natação e nos dois eu faço com o João.
As minhas características externas são: louro, de olho verde e moreno, meço 1,45 m de altura e é só isso.
Bom, agora eu contei um pouco da história da minha vida, e é só isso.
INFÂNCIA
Colégio Nossa Senhora do Carmo – 5º série – 01/04/04
Professora Rose “ Você é muito criativo! Parabéns”
Colégio Nossa Senhora do Carmo – 5º série – 01/04/04
Professora Rose “ Você é muito criativo! Parabéns”
Eu adorei minha infância
Joguei bola, vôlei e basquete
mascando chiclete
Fiz amigos
Joguei bola, vôlei e basquete
mascando chiclete
Fiz amigos
Briguei com meu irmão
joguei computador
joguei computador
Passei trote com o João
Soltei pipa na chuva
Soltei pipa na chuva
Na lama escorreguei
minha mãe pegou sua luva
pois eu me machuquei
Foi uma bela infância
sem nenhuma elegancia
mas foi com muito carinho
minha mãe pegou sua luva
pois eu me machuquei
Foi uma bela infância
sem nenhuma elegancia
mas foi com muito carinho
Fui livre como um passarinho
PRESENTE DE REI
Colégio Nossa Senhora do Carmo – 6º série – 17/05/05
Professora Cacau
Colégio Nossa Senhora do Carmo – 6º série – 17/05/05
Professora Cacau
*ficção
Aconteceu a muito tempo, a história que me foi contada pelo
meu pai. A história é de um amigo do amigo de meu pai, o Souza.
A história é que o Souza estava andando tranquilamente de noite na rua, até que ele viu um policial zombando de um mendigo, que com muita tristeza levava pancadas fortíssimas do cacetete do policial. Mas a pior parte não foi o sofrimento físico do mendigo e sim a agressão ao seu sentimento.
Ele sofria um grande preconceito. Sendo chamado de rato de rua e outros palavreados que tem um imenso poder de acabar com qualquer pessoa.
O mendigo não podia reagir, pois ele é muito indefeso por causa de sua vida cruel que le obriga a trabalhar como um animal, puxando carroças para vender lixo reciclável. Sua vida mizerável, que acabava com sua moralidade.
Souza ficou muito triste com a sena. Ficou indeciso por qual seria sua reação. Como era um policial, ele ficou com medo de ser preso, por isso foi pra casa com apenas um pensamento “ será que agi errado?”
No dia seguinte ele ficou sabendo de uma triste morte, a morte do mendigo. Ele havia morrido naquela madrugada. Souza ficou com um trauma gigante, então resolveu ajudar os mendigos que ele via. Dava cestas básicas, objetos simples que os deixavam muito feliz e principalmente, o que eles mais precisam, carinho e amor.
Depois disso ele se sentiu melhor ao ajudar.
Eu aprendi uma grande lissão, não ter preconceito por ninguém e ajudar os que precisam, esta lissão, foi um presente de rei.
Você também pode ajudar.
DIGA NÃO AO PRECONCEITO
A história é que o Souza estava andando tranquilamente de noite na rua, até que ele viu um policial zombando de um mendigo, que com muita tristeza levava pancadas fortíssimas do cacetete do policial. Mas a pior parte não foi o sofrimento físico do mendigo e sim a agressão ao seu sentimento.
Ele sofria um grande preconceito. Sendo chamado de rato de rua e outros palavreados que tem um imenso poder de acabar com qualquer pessoa.
O mendigo não podia reagir, pois ele é muito indefeso por causa de sua vida cruel que le obriga a trabalhar como um animal, puxando carroças para vender lixo reciclável. Sua vida mizerável, que acabava com sua moralidade.
Souza ficou muito triste com a sena. Ficou indeciso por qual seria sua reação. Como era um policial, ele ficou com medo de ser preso, por isso foi pra casa com apenas um pensamento “ será que agi errado?”
No dia seguinte ele ficou sabendo de uma triste morte, a morte do mendigo. Ele havia morrido naquela madrugada. Souza ficou com um trauma gigante, então resolveu ajudar os mendigos que ele via. Dava cestas básicas, objetos simples que os deixavam muito feliz e principalmente, o que eles mais precisam, carinho e amor.
Depois disso ele se sentiu melhor ao ajudar.
Eu aprendi uma grande lissão, não ter preconceito por ninguém e ajudar os que precisam, esta lissão, foi um presente de rei.
Você também pode ajudar.
DIGA NÃO AO PRECONCEITO
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